sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Imperdível o próximo Cine CCH, após o recesso, retornamos com a exibição do filme “MINHA VIDA EM COR DE ROSA”.

Dia 22 de agosto, excepcionalmente no auditório Vera Janacoplus- Prédio da Reitoria UniRio.

Confira a seguir a sinopse:
O filme retrata o drama de um menino que, desde muito cedo, apresenta forte tendências homossexuais. O protagonista, Ludovic Fabre, cresce acreditando ser uma garota em um corpo masculino e pensa que um dia se tornará uma menina de verdade. Suas idéias e atitudes incomuns vão contra os valores e costumes de sua sociedade, fazendo com que ele e toda sua família sofram uma grande repressão.

Direção: Alain Berliner
Origem: Bélgica/França/Reino Unido
Ano: 1997
Gênero: Comédia/Drama
Em breve mais informações


Kelly Maia e Érica Rivas.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Notícias e programação do CINE CCH - 2011.2

A todos os nossos leitores,

No mês de julho não teremos CINE CCH pois estamos de recesso. Como nosso projeto é um projeto de extensão da UNIRIO segue o calendário das aulas da Universidade. Em agosto retornamos conforme a programação a seguir (clique duas vezes sobre a imagem para ampliá-la para leitura):


Adriana Hoffmann Fernandes
Coordenadora do CINE CCH

terça-feira, 5 de julho de 2011

O porquê da mudança da logomarca do CINE CCH.

Vivemos rodeados de mudanças por todos os lados. Ao longo da nossa vida precisamos fazer mudanças. Nada permanece, como dizia o filósofo Heráclito: a vida é um eterno devir.

Quando estamos com uma logomarca sempre queremos adaptá-la e torná-la melhor. Mudar para crescer é essencial, por isso objetivando aprimorar nossa identidade neste momento do crescimento do projeto CINE CCH, anunciamos nossa nova marca visual. Esperamos uma boa aceitação de todos aqueles que participam do Cine CCH.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Nova Logo do CINE CCH


Antes de mais nada a equipe do CINE CCH gostaria de agradecer a participação de todos aqueles que nos prestigiaram na votação da nova logo, realizada no último CINE CCH.


CONFIRA O RESULTADO.


E assim encerramos o semestre de cara nova...

Notícias da exibição e debate de Mary e Max



No último dia 13/06 exibimos Mary e Max uma amizade diferente. Um filme poético e profundo que traz a experiência de duas pessoas que começam uma bela amizade à distância, o que não impede de passar por todos os ciclos de uma amizade presencial. Através dessa amizade por carta, iniciam uma compreensão um do outro, de si mesmo, da vida e do mundo que os cerca.
Mary e Max uma amizade diferente por tratar de diversos temas: solidão, insegurança, amizade, necessidade de perdão, entre outros, despertou lembranças e emoções nos presentes. Proporcionando um caloroso debate, com trocas de experiências de alunos e professores. É um filme que gera uma vontade de uma análise mais detalhada, então deixamos aqui um espaço para debate e aguardamos novas opiniões.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Oficina de Cinema - módulo II





Aí vão algumas fotos da oficina de cinema que aconteceu no dia 28 de maio e que deu continuidade a discussão que iniciamos no módulo I. Tivemos uma manhã de edições e criações em vídeo. Surgirtam dessa oficina 3 vídeos bem interessantes. Em breve exibiremos alguns deles no próprio CINE CCH como sempre fazemos exibindo um curta produzido pelos alunos antes da exibição do longa. Ficamos aguardando o documentário de Nilceia que ficou para ser finalizado...

domingo, 29 de maio de 2011

Crítica de Mary e Max

Mary e Max uma amizade diferente, será o último filme a ser exibido no primeiro semestre do CINE CCH 2011. Por isso, você não pode perder. Venha participar e traga os seus amigos.



CRÍTICA: MARY E MAX - por Ana Martinelli

Se você gosta de animação provavelmente já viu ou pelo menos ouviu falar em Adam Elliot. Em 2004, o roteirista, animador e diretor ganhou o Oscar de Melhor Curta de animação por Harvie Krumpet. Exibida no Anima Mundi do mesmo ano, a história do solitário e desajustado imigrante polonês foi agraciada com o prêmio de Melhor Filme escolhido pelo público brasileiro.

Antes do Oscar, o australiano realizou a trilogia Uncle (1996),Cousin (1998) e Brother (1999) - respectivamente Tio, Primo e Irmão – enquanto estudava na Victorian College of the Arts em Melbourne.

Não é necessário conhecer os curtas para se encantar com Mary e Max – Uma Amizade Diferente, o primeiro longa-metragem do diretor. Mas se você tiver curiosidade, assista e entenderá que, para chegar neste filme Elliot, percorreu um caminho de descoberta e investigação do humano através do que ele mesmo define como clayography, neologismo entre clay - como é chamado entre os animadores o material do qual os bonecos de massinha são feitos - e biografia.

Mary (quando criança a voz é de Bethany Whitmore, na idade adulta, Toni Collette) é uma menina australiana de oito anos. Max (Philip Seymour Hoffman) é um judeu novaiorquino quarentão. Nenhum dos dois se encaixa muito bem no ambiente em que vivem, são solitários e o mundo lhes parece intrigante e incompreensível.

O diretor opta por uma narrativa dividida em blocos, na qual apresenta os personagens separados, une-os quando as cartas começam a ser trocadas e marca o tempo que passa. Narrativa simples, mas, no começo, tem ritmo irregular. Mas, através da sensibilidade de Adam Elliot em criar o mundo de Mary e Max, sempre separados e descobrindo o outro à distância, somos imersos em reflexões sobre o quanto o ordinário da vida pode ser incrível quando se dá atenção aos detalhes.

Após assistir ao filme, fiquei ainda mais curiosa em saber que a trama é baseada em fatos reais. Imaginava se tratar de um romance, mas na verdade, o diretor usou sua própria experiência (com licenças poéticas e criativas) e de um amigo com o qual se correspondeu por muitos anos.

A animação permite usar metáforas divertidas e exagerar traços de personalidades para expressar sentimentos sem palavras, com singularidade, além de misturar a personalidade de seus protagonistas nos minuciosos cenários. Mary e Max – Uma Amizade Diferente demonstra o quanto o acúmulo das experiências nas narrativas curtas podem desenvolver o olhar e os tempos para contar uma história de fôlego.